ELIFAS E A "ESTÉTICA" DO SAMBA


JULHO/ 2013
TEXTO NABOR JR.


Elifas Andreato tem poesia no traço, e como designer gráfico, ilustrador e artista plástico, soube interpretar como poucos os antagonismos e amarras promovidas pelo regime militar brasileiro. As famosas capas de disco que produziu especialmente nos anos 70, com especial recorte para os trabalhos dedicados aos clássicos Batuque na Cozinha (1972), Rosa do Povo (1976), O Canto das Lavadeiras (1989), Presente (1977) e Terreiro, Sala e Salão (1979) de Martinho da Vila; Bebadosamba (1996), Nervos de Aço (1973) e Zumbido (1979) de Paulinho da Viola; Hoje é Dia de Festa (1997) e Água da Minha Sede (2000) de Zeca Pagodinho, não são apenas bons exemplos de um referência gráfica contemporânea que busca estreitar o diálogo entre embalagem e conteúdo (vulgarmente dizendo), como também verdadeiras obras de arte com vida própria e um protagonismo negro estético singular para o período em que foram concebidas.




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